Seguidores

sexta-feira, 24 de julho de 2026

   SERÁ QUE O MUNDO TEM JEITO?

 Perdão, o mundo não, mas os seres humanos que nele habita, eu sinto pena e vergonha, o povo vivi com tanto ódio, má vontade e egoísmo que dói.

Hoje ninguém sonha, não conversa, não interage uns com os outros, é todo mundo fechado no seu mundo, até parece que alguém tem culpa da sua vida medíocre e de merda que você leva, porque procurou, eu nem sei se sinto pena, raiva ou nojo, é uma gente com tanta porcaria na cabeça, muitos de idade capengando, quase caindo com doenças e a velhice, mas ainda acreditando com um futuro brilhante, é guardando dinheiro como se sua vida fosse se prolongar, da vergonha de ver a ganancia e obsessão por guardar dinheiro debaixo do colchão.

Infelizmente ninguém me contou, eu vejo isso com pessoas que eu admirava e ainda sinto algum carinho, porque? São família, mas que hoje já não admiro tanto, sinto ânsia de ver como alguém que já levou e viveu tanta lambada da vida, continua com  tanto egoísmo, mesmo chegando ou passando dos oitenta anos e sem filhos, mas jura  que terá um futuro diferente, engano, a não ser apodrecer de baixo da terra, bom, nem sei se a terra vai querer.

Fazia alguns anos que eu não ia ao Nordeste, sabe! Eu ainda tinha esperança? Como eu aprendi, tendo passado poucas e boas, e, Deus me moldou, me perdoou me dando uma segunda chance, em tantas coisas que vivi quando jovem e até uns quarenta anos, jurava que Deus teria dado segunda chance a pessoas que eu amei e amava tanto,  risos engano meu, vi tanta coisa errada, pessoas queridas tão gananciosa apegadas com bobagem que doeu em mim, muitos brigam por bobagem, mas na maioria por querer sempre mais, a mão fechada, até pra comer e mendigando, faz favor em troca de comida, mesmo ganhando bem, é o cumulo.

Parece mentira e piada, eu tento fazer com que, com os meus  filhos seja diferente, e graças a Deus, por eles terem nascido longe da mesquinhice e mão de vaquice, graças a Deus são um pouco diferentes, mas ainda precisam serem moldados.

O engraçado é  que aquela gente de onde eu nasci e vim, para eles o que importa é um diploma, mas  não adianta só ter, tem que ficar esfregando na cara dos mais humildes, o meu  filho fez , agora meu neto faz, essa ou aquela faculdade, trabalha, viajou para aquele e aquele outro País,  enfim, é esfregando seu orgulho na cara dos mais humildes e necessitados.

Que pena, um dia foi uma mulher me visitar na casa da minha mãe, ela não me deixou nem abrir a boca era só contado vantagem dos filhos, quando ela saiu, a minha mãe mesmo de cama sem quase falar, ela  comentou pobre de tu, nem conseguisse falar dos seus filhos, risos.

Eu respondi, mãe, sem problemas, Deus sabe, e isso é o que importa, sem contar que  os meus filhos não gostam quando falo, eles falam; tudo o que fizemos e nos aconteceu foi porque Deus quis, nos dando inteligência e sabedoria, o povo não precisa saber, as vezes posto algo e ele fazem eu retirar.

Obvio! Eu peço muito a Deus que faça com que meus filhos e netos tenha mais Deus no coração, e, sejam mais agradecidos a Deus por tudo, que eles possam serem amigos, me ame e me respeitem, a mim cabe pedir e desejar, a eles, a serem  íntegros, e saibam que sem Deus nada somos.

Mas como eu vi e vejo como anda a humanidade, meu desejo não importa, eu tento fazer por mim, meus filhos são outra história, infelizmente eu não posso modificar ninguém, graças a Deus, eu sou grata por Deus ter feito com que eu mudasse, fosse me transformando com a idade e me desculpando, por eu  querer  ver mudanças nem que seja na minha família.

Vou continuar me iludido e sonhando que nessa vida ainda eu consiga ver mudanças, será? Imagina, se até agora a veirada não aprendeu não tem concerto, ou será que sou quem tem que mudar? Quer dizer me adaptar ao o ódio o egoísmo  e a ganancia? E aceitar o ser humano com seus defeitos e suas falhas tão evidentes.

Que Deus possa entender e perdoar tantos absurdos e esse povo que ele criou, e vieram todos com tantos defeitos. Nada mais a declarar só lamentar.

 

Joana Darc N de Araújo A, Ferreira.

Nenhum comentário: