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domingo, 3 de setembro de 2017

O TEMPO PASSA E NADA MUDA 3




 Pois é gente, antes saíamos e nos divertíamos mesmo, hoje os pais não sabem se os filhos voltam, ou não, antes riamos, dançávamos, e se namorávamos era com respeito e medo de ir mais além, hoje meu Deus!
 Se aos, doze anos, a garota é virgem e o menino não se droga está fora do mundo, a noite é pouca para eles, e muitos durante o dia já estão na gandaia, estudar pra quer?
Trabalhar? Quer isso! Feliz do pai, que teve, ou tem a sorte de ter um filho que o escute, e faça algo certo, a maioria não estuda e vivi o dia inteiro procurando fazer o que não presta.
 Antes nem rádio a maioria dos lares tinha a sorte de ter, hoje, rádio quem quer saber mais, é internet e celular de última geração, aqueles que só não faz falar, mas ensina de tudo.
Não digo todos, mais a maioria dos jovens resolveram banalizar, e fazer com algo que seria útil na sua vida, nos estudo, e para melhorar seus conhecimentos, eles usam a rede social, para destruir lares, enganar, roubar, e aprender alguma forma de fazer coisas erradas, fracatuas, e digo mais, aliciar menores, para pedofilia e crimes.
A internet virou algo indesejável, me refiro para alguns pais, que se preocupam com o bem estar da família, aqui não existe regra, e qual quer um ver o que quer, acredito que como as emissoras, que ganham com sua programação, deveria ser também para sites impróprios, e tivesse o cadeado para segurança de menores de dezoito anos.
Ao contrário, qualquer criança que sabe ler, que hoje em dia são todos, ver e ler o que bem quiser. 
É um absurdo! Até na sua rede social seus amigos (aspas) manda o que bem entender na sua página, os pais, eles também estão conectados, e lá quer saber, de ver, ou, saber o que seu filho estar acessando!
Ao invés de ensinar seu filho brincar mais, isso do rico, ao mais pobre, eles se matam nas prestações, mais dão ao seu filho o melhor celular, tablete, ou computador, de última geração.
Nem força para levar o filho num parquinho, num circo, os pais levam, e tudo para não ficarem desconectados.
Você vai almoçar fora, ou, em casa de amigos, quem disse que alguém conversa? É todos no seu whatspp, é uma vergonha.
O mundo virou de cabeça pra baixo, ninguém escuta, ou quer saber do problema um do outro, é tudo numa só voz internet, celular, whatspp e o diabo a quatro.

Joana D’arc Nunes de Araújo Alves Ferreira

sábado, 12 de agosto de 2017

DIA DOS PAIS.

Como sempre eu começo homenageando nosso pai eterno Deus, nosso criador, quem nos fez para ser sua semelhança e seguir seus ensinamentos, como amar ao próximo, como a si mesmo, mas infelizmente ninguém quis, ou quer, de seguir as regras, estamos longe da perfeição, assim ficou Deus por todos, e todos olhando seu próprio umbigo.
Dificilmente encontramos alguém com alma e coração disposto ajudar e seguir os mandamentos de Deus.
Dia 13 será dia dos pais, e obvio, lenda, conversa pra boi dormir, e para o dinheiro ser gasto a rodo com presentes e promessas falsa.
Mas eu não podia deixar de falar, de quem com ajuda de Deus, me trouxe a mundo, e me fez linda, baixinha e gordinha, e na terra foi um exemplo, me refiro ao meu pai Jonas, um lutador, trabalhador, honesto, integro, batalhador, e mesmo tendo nascido a muitos anos atrás, nos criou, com amor e do jeito dele nos amou muito.
 Coitado! Nem tempo de nos ver crescer, papai teve, também meu baixinho, como você resolveu trazer ao mundo nove filhos? Mentira isso foi só de mulher, ainda veio quatro homens.
O jeito foi trabalhar dobrado, e como não queria, nem conseguia se manter da roça, o jeito foi se aventurar pelo o mundo.
Eu acredito que Papai tenha trabalhado dando o seu melhor, em todos estados do Brasil, trabalhou inclusive, na construção daquele antro, que hoje os colarinhos branco, resolveram escandalizar o mundo, com suas maldades, fracatuas, corrupção, falta de caráter, amor ao próximo, e principalmente a Deus, nenhum que entra lá consegue honrar Deus, muito menos seus irmãos de sangue ou não.
No final do ano vai fazer quatro anos que papai morreu, quer dizer descansou, papai, teve uma doença que não é fácil, morreu sem se quer, saber quem era mãe, e nós os seus filhos, papai tinha ALHZIEMER.
Papai foi um grande homem, para alguns dos filhos, não tão carinhoso como deveria, não por opção, vivia trabalhando longe da gente enquanto crescíamos.
 Mesmo no final século passado, e no sitio, o nosso pai fez questão que nós estudássemos, claro o estudo não era aquela coisa, eu por exemplo, aos seis anos já fui estudar, desculpe a expressão infernizar colegas e professoras risos.
  Nosso pai, não nos enfiou na roça como a maioria dos pais de antigamente faziam, e ele sozinho, quer dizer com ajuda de Deus, da minha santa mãezinha, nos fez e nos criou, com sacrifícios, dedicação, e sempre nos querendo dar o melhor.
Confesso fugi da escola, por isso hoje estou aqui fazendo vocês riem com minhas histórias, e tudo por conta dos meus acentos, ponto e vírgula.
Pode rir de mim, só que eu não desisto, amo escrever, agora cinco horas da manhã resolvi escrever e estou aqui com meus dedinhos doendo mais teclando, sou chique né? Teclando com quase 6.5.
E tudo sem fazer um curso pode? Posso errar sim risos.
Portanto feliz dia dos pais, Deus, papai e você o pai dos meus filhos, Crisanto, e todos os pais do mundo. (Os dois, há muito nos deixaram)


Joana D’arc Nunes de Araújo Alves Ferreira.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

A VIDA E SEUS MISTÉRIOS.

Nascemos, crescemos, e durante o período de toda nossa transformação, vivenciamos e vivemos de tudo.
Acertamos erramos, e muitas vezes fazemos mais erros do que acertos, e como nunca estamos satisfeitos, estamos sempre, em busca de novos horizontes.
E as vezes até acertamos, aí saímos da nossa terra natal, e na mala levamos e deixamos amigos, família e muitas saudades,  tudo em busca dos nossos sonhos.
Hoje quase com 6.5, eu me pergunto será que valeu a pena tudo que eu fiz? Eu respondo não sei, ao mesmo tempo acredito que sim, pois Deus sempre caminhou junto comigo, e Deus esteve e estar eternamente ao meu lado, Deus nunca deixou de me escutar e segurar as minhas mãos, e quando eu penso, eu vou cair! Deus vem ao meu socorro, e eu renasço das cinzas.
Se eu for contar tudo que eu passei, eita! Quem vai querer saber, mais esses dois últimos anos, não foi fácil.
Depois de viver 29 anos na mesma casa demolimos a mesma, minha filha casou, e como não queria me deixar sozinha, nem eu queria sair desse bairro onde já conheço tudo e todos, a solução foi fazer nossas casas meios juntas, moramos vizinhos, os meus filhos e eu.
Mais além de mudarmos, enquanto nossas casas ficavam prontas, aconteceu o casamento da minha filha Andréa, quem já casou uma filha sabe, é bem estressante, para piorar veio a doença da minha filha do coração Ariadne.
E quando a casa finalmente ficou pronta, voltamos a morar vizinhos a minha linda Ariadne, não sei quem estava mais feliz, ela ou eu, uma semana depois ela faleceu, a casa perdeu a graça, a felicidade virou tristeza, e hoje são muitas saudades, foi como se tivessem tirado um pedaço de mim.
E agora três meses depois da sua morte, e volta pra casa, eu estou indo viajar para Itapetim Pernambuco, levando saudades, tristeza e ao mesmo tempo alegria de rever meus irmãos, primos amigos e minha doce mãe.
Depois que voltei para minha nova antiga casa, eu recebi primos queridos, eles são muito importantes na minha vida, ri, me diverti, fiquei feliz com a vinda de Aparecida, minha irmã do coração, Wilton, primo, Silvia uma amiga pra toda vida, e Sales um primo muito querido, mas confesso queria ter recebido vocês em outra circunstância, meu coração tá ferido, minha alma triste, por fora essa alegria, mas por dentro só Deus e eu sei o quando sofro, e sinto saudades da minha linda Ariadne.
Que Deus ilumine minha viagem, e que eu possa descansar a cabeça, e junto com mãe eu possa esquecer um pouco a minha dor, e as saudades, e que meu coração pare de doer tanto com  a perda da minha Guerreira.
Levarei saudades dos meus filhos, neto, genro e noras que Deus vá comigo e fique de olho neles, e que seus anjos d’água os proteja amem.


Joana D’arc Nunes de Araújo Alves Ferreira.





sábado, 29 de julho de 2017

O TEMPO PASSA E NADA MUDA P.2

Além de todo esse aperto que passávamos, as casas eram muito pequena, e até hoje eu me pergunto como conseguíamos viver em casas tão pequena com tantas crianças.
E os moveis? Não tínhamos, lembro-me de uma mesa com banquinhos na cozinha, uma máquina de moer milho, um armário feito de tabua, e tijolos para escorar as madeira, o fogão a lenha e alguns potes.
Na outra sala uma mesa com tamboretes, potes e mais nada, o quarto da minha mãe uma cama de casal com coxão de capim e malas feito baú, para guardar nossas imensas roupas.
As redes ficavam penduradas nos ganchos e a noite era redes por todo lado, outro quartinho que mal cabia uma caminha e uma mala, e a noite duas redes.
E ainda tinha outra sala com uma máquina de costurar manual, onde minha mãe fazia nossa roupas, e alguns tamboretes, e isso era na maioria das casas no sitio. 
Lembro-me que andávamos horas para encontrar gravetos para cozinhar no fogão a lenha, lenha mesmo era difícil encontrar o banheiro ao relento, e como no sul faziam, no Nordeste dificilmente faziam, me refiro aos chuveiros em lata, para puxar com cordinhas, e sabe por que?
Porque no Nordeste sempre teve essa escassez de água, então o jeito era guardar água num pote fora da casa, e depois usar a bacia e a caneca.
Mais ainda assim, andávamos limpos e de dentes escovados mesmo que muitas vezes com pó de juá, lavar roupas, as vezes andávamos horas para conseguir água, isso no sitio, já na cidade tinha uma grande barragem, mais também não era fácil, e para quem não podia pagar o carroceiro, tinha que levantar muito cedo para encher os potes e depois voltar e lavar as roupas, que foi o nosso caso.

Pois é minha gente, e mesmo a vida de todos nós tendo mudado, o mundo e as pessoas continuam do mesmo jeito, gente egoístas, safadas, desonestas, e uns querendo sempre, se achar o melhor.
Hoje acho que não existe um pobre que não tenha televisão, e carro? A maioria tem, e nem assim o mundo mudou.
As pessoas são mais revoltadas, os jovens por qual quer motivo já entra em depressão, e alguns resolvem ir mais além, e, para extravasar usam todos tipos de drogas.
E você, coitado! Tem medo de abrir o seu portão para qual quer um, as vezes você sai na frente da sua casa para varrer sua calçada e vem um grupinho de jovem, e você morre de medo, isso por que eles fumam e se drogam na rua mesmo.
E mesmo com tantos divertimentos e acessos a tantos meios de comunicações, os jovens não são felizes, e procuram sempre algo pior para infernizar a vida dos pais, e da população em geral.
E os políticos, os nossos governantes, os poderosos que lutam para se eleger, sempre nos prometendo mundo e fundos, esses são os mais safados, e nada faz para manter nossa segurança e dignidade, com saúde, moradia e emprego, ao contrário, como sempre, roubam, maltrata e pisam em tudo e em todos, e estão sempre procurando uma forma para enganar mais e mais.

Joana D’arc Nunes de Araújo Alves Ferreira


sábado, 15 de julho de 2017

O TEMPO PASSA E NADA MUDA.

São sempre os mesmos problemas, crises econômicas, falta de dinheiro, desemprego, moradia, pobreza, miséria, brigas, ganancia, egoísmo, falta de caráter, honestidade e principalmente falta de amor a Deus e ao próximo.
Sempre foi assim e sempre será, pessoas destrutivas e que só ver seu próprio umbigo, anos atrás, a única diferença era que algumas pessoas mesmo lhe faltando tudo conseguia ser feliz.
Além de comer, e se vesti mal, ainda assim eram felizes com suas brincadeiras inocentes, e namoros imaginários.
  Os que moravam em sítios ou pequenos povoados, sete horas da noite, acendiam seus candeeiros ou vela, os que morava em cidades pequenas nem luz elétrica existia, e tinha a motor, dez horas da noite todos tinha que acender seus candeeiros ou lampiões.
O banheiro em sítios era uma moita de mato, e para se limpar folha, ou sabugo de milho, o banho era de cuia, ou nos rios.
A noite era o pinico, e triste dos pais que os filho faziam xixi na rede, ou sofrimento! Camas só para os casais.
Então a criança passava o resto da noite gelado, ou ariscava pegar o pequeno lençol de saco que se cobrir para forrar a rede, e ai ficava dormindo descoberto.  
Isso quando a rede de tão velha não se rasgava e você caia no chão, não tenho vergonha de dizer isso aconteceu comigo.
E quem pensa que recém-nascido usava fralda, enganou-se, feliz de quem podia comprar chita e fazer paninhos (cueiros) se não tinha que se contentar com resto de pano velhos.
 O engraçado era que nem assim, os filhos cresciam revoltados e apelávamos para roubar, ou fumar algum tipo de cigarro.
Roupa, felizes de quem tinha duas mudas, e sapato? Feliz de quem tinha um chinelo, na cidade o banheiro era uma casinha precária fora da casa, e banho de bacia, final dos anos sessenta, eu acredito que tudo foi mudando, e já existia em algumas cidades luz elétrica, e um chuveiro, bem vagabundo.
E, obvio quem podia, tomava café da manhã, almoçava e jantava, mas a maioria só lasqueira mesmo, mas se uma coisa sempre existiu, foram pessoas, pisando e se achando melhor uns que os outros.
Isso passa anos, décadas e séculos e o povo não muda, mesmo alguns atravessando e passando momentos triste na vida, o nariz continua pra cima.
Final do mês tem a continuação.

Joana D,arc Nunes de Araújo Alves Ferreira.


sexta-feira, 7 de julho de 2017

PERDER ALGUÉM ESPECIAL.

Quem nunca perdeu jamais saberá do que irei falar, e ainda mais, se você não crê em Deus, não tem fé no amor e na importância de Deus nesse momento, meu filho! Fica impossível.
Quando eu perdi o meu marido a vinte e três anos atrás, Deus não me abandonou um só momento, e com seu amor, suas mãos fortes me amparando me fizeram seguir em frente e ficar de pé.
Sofri muito, e não por sido uma má esposa ou acreditar que eu, ou ele, merecíamos algo assim, sofri por que eu me senti nua, sem vida e sem chão, afinal de contas eu havia ficado com três filhos, sendo dois adolescentes e uma criança.
   Mas Deus, esse não deixou que eu caísse, e mesmo sabendo da minha situação financeira colocou verdadeiros anjos na minha vida, e, enviou pessoas do bem para me ajudar, e o mais importante meus pais e irmãos.
Nessa hora quem tem muito dinheiro não sabe como é difícil, além de perder um ente querido tem a dor de pensar o que será da vida dos seus filhos.
 Hoje mais uma vez estou sentindo como é bom ter Deus ao meu lado, Ariadne não saiu de mim, mas foi tão importante e especial como os meus filhos são.
E minha pequena grande Guerreira e principalmente Deus, estão me dando todo apoio e força que eu jamais imaginei sentir, e mesmo tendo perdido alguém tão especial não me sinto perdida, é como se tivesse ganhando mais um grande aliado no céu.

Joana D’arc Nunes de Araújo Alves Ferreira.

sábado, 24 de junho de 2017

SONHOS.


Sonhar, quem sonha muito? Eu sonho a noite toda, são sonhos lindos e geralmente ao acordar me lembro o que sonhei, e foi baseado em alguns sonhos que escrevi cinquenta histórias.
E sonho demais com quem já morreu, o meu marido por exemplo, até hoje eu sonho com ele, e o mais engraçado, é que muitos vezes sonho que ele não morreu e vivi em algum lugar com outra família.
E muitas vezes ele fugindo de mim e dos nossos filhos, já tentei ler o significado, me informar com algumas pessoas para ver se consigo entender o porquê desses sonhos, mas até hoje ninguém soube me explicar.
Sonho muito com uma prima de primeiro grau erámos muitos amigas, e sofri um bocado quando ela faleceu, e para aliviar a dor, eu escrevi uma história para ela, nos meus sonhos com ela, eu sei que ela está morta, ela sempre vem me ver, rimos conversamos, e eu me preocupo, pensando que as pessoas ao me redor pensam que estou doida por eu falar sozinha, e falo Socorro você já morreu vai embora o que o povo vai pensar de mim?
Boba! Só quem me ver é você e ninguém te ver falado comigo, e claro que eu sei que estou morta, eu só vim te ver, saber como você estar, minutos depois, ela diz Joana D’arc eu vou embora, e desaparece numa nuvem, esses sonhos se repetem sempre.
Sonho muito com minha tia Alta, eu vim morar com ela em São Paulo com dezessete anos, algumas vezes sei que ela já morreu, outras não.
Agora é com minha Guerreira Ariadne, outro dia sonhei com ela andando num lindo cavalo branco, e ela toda de branco, e eu pergunto e suas escaras, que ela tinha duas, uma nas costas e outra na coxa, ela ri e diz depois que eu morri sarei.
Outro dia sonhei, ela linda também de branco sentada numa nuvem, eu ia passando, ela ria e dizia; Dadá eu estou aqui no céu, mas estou cuidando de você.
São sonhos que eu queria tanto entender e saber o significado, vai fazer dois meses que minha Guerreira morreu e já sonhei com ela três vezes, mais com outras pessoas sonho também, me refiro pessoas mortas.
Graças a Deus não tenho medo, e amo sonhar com pessoas tão queridas que já partiram dessa vida, não sei se para melhor, mas acredito que sim.
 É difícil perder quem amamos, e quando sonhamos, além de muitas saudades, desejamos, se o sonho é bom que quem morreu esteja feliz, em paz e nos braços de Deus. 


Joana D’arc Nunes de Araújo Alves Ferreira